Provincia Virtual

* Periódico de las bases del PPD *

 

  

 

Nº 258 – PV

 

 

 

Martes, 02 de febrero de 2010

 

 

 

 

INDICE

 

 

 

 

 

 

Solicitud a Contralor

Mario Hernán Concha Vergara

<conchamh@gmail.com>

Santiago a Mil 2011.

Juan Carlos Vegas Heredia

<ppdinternacional@hotmail.com>

CIRCULAR INTERNA ELECCION  2010

Alejandra Bilbao

abilbao@ppd.cl

Desafio da Comissão da Verdade deverá ter acesso a arquivos das Forças Armadas

Vanderley Caixe

<vanderleycaixe@revistaoberro.com.br>

¡Insólito! cancelan inscripción a 7 partidos políticos

tropique@cablenet.com.ni

responder aIMG1nuestramerica@yahoogrupos.com.mx

Cuanto vale el 20% de Codelco

Julián Alcayaga

<alcayagajulian@gmail.com>

BRASIL: Os Illuminatis (documentário) filme para baixar. Para os que leram "Hitler ganhou a guerra" (ou mesmo os que não leram)

Vanderley Caixe

<vanderleycaixe@revistaoberro.com.br>

Re: 257 PV

ramon nuÿfffff1ez

<ramon_ns@yahoo.com>

debutó censura hasta en you tube

chino thiers

<thiershuenchun@gmail.com>

Int. DHpedia, la enciclopedia libre de Derechos Humanos.

Red de Defensa de los Derechos Humanos

<reddh.mex@gmail.com>

Aporte al debate interno del PS e invitación a leer y difundir nuestro blog www.premionacionaldeeducacion.blogspot.com

Prof. Pedro Godoy P.

<director@cedech.cl>

Querido Guillermo... podrías publicar, por favor, esta carta escrita por mí a principios del 2007

Juan Carlos Vegas Presidente del PPD-Providencia

Miembro de la SS.RR.II.  del  PPD 07-7532511

<ppdinternacional@hotmail.com>

CHILE-Pedido de difusión

Ingrid

<ingridstorgen@yahoo.es>

Identifican a 11 desaparecidos de La Moneda en 1973

Por Jorge Escalante / Lanacion.cl

Con las manos húmedas y temblando el subteniente de 21 años tomó la ametralladora instalada en tierra y los mató de a uno.

Pero alcanzó a ejecutar sólo a cinco de los 20 prisioneros.

Instituto Rodrigo Ambrosio

Instituto Rodrigo Ambrosio

<institutorodrigoambrosio@yahoo.es>

 

 

 

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Solicitud a Contralor

 

 

 

Mario Hernán Concha Vergara

<conchamh@gmail.com>

 

 

 

Estimados colegas y compañeros (as): les estoy enviando la petición de reunión al Contralor General de la República que esperamos se de en unos 20 días, de acurdso con la Ley.

Seguimos luchando

Mario

 

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Santiago a Mil 2011

 

 

 

 

 

 

 

Juan Carlos Vegas Heredia

<ppdinternacional@hotmail.com>

 

 

 

 

https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=bffba83993&view=att&th=1269067ca8b165d9&attid=0.1&disp=inline&zwhttps://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=bffba83993&view=att&th=1269067ca8b165d9&attid=0.1&disp=inline&zwImg4

 

 

 

 

 

 

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CIRCULAR INTERNA ELECCION  2010

 

 

 

 

 

 

 

Alejandra Bilbao

abilbao@ppd.cl

 

 

 

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·                  La elección se realizará el domingo 25 de Abril del presente año.

 

·                  Tendrán derecho a votar y ser electos todos los afiliados aceptados por el Servicio Electoral con fecha de afiliación máxima 16 de Septiembre de 2009.

 

·                  La convocatoria a la presente elección, de acuerdo a los Estatutos internos se realizará 40 días antes de la elección. Estatutariamente, esta convocatoria no puede ser adelantada, sin que con ello se modifiquen fechas claves para la elección. Por dicha razón, aun cuando la convocatoria se realizará el día 16 de Marzo, debemos desde ahora realizar ciertas acciones que garanticen un proceso eleccionario eficiente y ordenado.

 

·                  Por este motivo, se solicita a las Direcciones Regionales del Partido, tomar de inmediato las medidas tendientes a elegir las Comisiones Electorales regionales a la brevedad.  No podemos esperar hasta última hora para su constitución. Estas Comisiones deben ser informadas a la Secretaria General, tan pronto se constituyan.

 

·                  Se procederá a generar un sistema computacional que funcionará en la Web y dará  apoyo al proceso eleccionario. En él se deberán ingresar los candidatos a las distintas instancias del Partido. Los usuarios de este sistema serán las Comisiones electorales en sus distintos niveles y las direcciones regionales. En este sistema se procederá también al recuento de los votos. El sistema estará operativo al momento de la convocatoria.

 

·                  Todos los materiales de la elección, padrones, actas de escrutinios, lápices, sobres, etc., serán provistos por el nivel central. Los votos a nivel nacional, regional y distrital, por un tema presupuestario serán impresos centralmente. Los votos de nivel comunal deberán confeccionarse regionalmente. Los formatos de estos votos serán proporcionados centralmente.

 

·                  Todos lo candidatos deberán cancelar su inscripción, de acuerdo a los montos establecidos en el reglamento. En el caso de las listas, es la lista quien debe cancelar la inscripción. Los montos deben ser depositados en la cuenta del Partido que se indicará oportunamente.

 

·                  Todos los candidatos (as) deberán acreditar sus cotizaciones al día.

 

 

Se acompaña un Memorándum detallado sobre las próximas elecciones del 25 de abril. Cualquier duda consultar a secretariogeneral@ppd.cl

 

Alejandro Bahamondes S.

Secretario General

Partido Por la Democracia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Desafio da Comissão da Verdade deverá ter acesso a arquivos das Forças Armadas

 

 

 

Vanderley Caixe

<vanderleycaixe@revistaoberro.com.br>

 

 


imprimir Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil

comente/comunique erros
download gratuito         Brasília - A Comissão Nacional da Verdade deverá ter um grande acervo de documentos sobre a perseguição a dissidentes políticos durante a ditadura militar (1964-1985). O Arquivo Nacional dispõe dos papéis e registros dos setores de informação e monitoramento do Ministério da Justiça, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério das Comunicações e de universidades públicas. Além desses, há informações de investigações da Polícia Federal à época do regime.

Há também dados mais recentes, como os produzidos após a redemocratização. Três incursões ao Pará e Tocantins renderam mais de 300 depoimentos sobre a Guerrilha do Araguaia (ocorrida no começo dos anos 1970); os oito anos de trabalho da Comissão da Anistia do Ministério da Justiça acumularam 60 mil processos sobre perseguições, demissões arbitrárias, tortura e exílio nos 21 anos de regime militar. Ainda há acervos como os do Brasil, Nunca Mais e de particulares como do Major Curió sobre o Araguaia, revelado no ano passado, e que o Ministério Público tenta obter.

“A Comissão da Verdade não realizará seu trabalho partindo do zero”, diz Paulo Abrão, presidente da Comissão da Anistia. Ele espera, no entanto, que a comissão tenha acesso aos arquivos da inteligência do Exército, Marinha e Aeronáutica. “O desafio da Comissão estará em chegar a esses documentos e verificar sua veracidade”, disse à Agência Brasil. Desde a redemocratização na década de 80, os militares afirmam, no entanto, que os documentos desses centros de informação foram destruídos.

Paulo Abrão é um dos seis membros do grupo de trabalho (GT) nomeado na última quarta-feira (27) pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para elaborar até abril o anteprojeto de lei que institui a Comissão Nacional da Verdade. Os outros participantes são Erenice Guerra (secretária executiva da Casa Civil), ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), Vilson Marcelo Vedana (consultor jurídico do Ministério da Defesa), Marco Antônio Barbosa (presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos) e Paulo Sérgio Pinheiro (ex-secretário de Direitos Humanos, representante da sociedade civil no GT). A Casa Civil coordena os trabalhos.

Para o presidente do Clube Militar, general Gilberto Figueiredo, “à primeira vista, a formação do grupo parece completamente desequilibrada. Parece difícil pensar em isenção”. Em sua opinião, o GT poderia ter um representante do Ministério da Defesa, um da Secretaria dos Direitos Humanos e os demais seriam historiadores e cientistas políticos que “examinem os fatos, sem a carga de paixão”. O general disse não ver problemas na instalação de uma comissão da verdade, “para verificar o que realmente ocorreu”.

Na avaliação do cientista político Paulo Sérgio Pinheiro, “essa coisa de dois lados é conversa fiada. Só há um lado para se apurar: o da responsabilidade dos agentes do Estado”. O ex-secretário pontua que o GT e a Comissão Nacional da Verdade deverão trabalhar com base no diálogo e no que já está previsto em lei; como a Lei nº 9140/95, que reconheceu como mortas as pessoas desaparecidas durante o regime militar.

O presidente da Comissão da Anistia, Paulo Abrão, reforça a necessidade de diálogo e também descarta que haja dois lados para serem apurados. “Não podemos raciocinar nesses termos. O pressuposto primeiro é que todas as partes têm intrínseca vontade em apurar a verdade”

 

Desafio da Comissão da Verdade deverá ter acesso a arquivos das Forças Armadas

Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil

 

 

 

 

 

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¡Insólito! cancelan inscripción a 7 partidos políticos

 

 

 

tropique@cablenet.com.ni

responder aImg7nuestramerica@yahoogrupos.com.mx

 

 

Dentro de ellos esta el Partido Comunista de Chile que tiene 3 diputados electos

 

Partidos eliminados consideran la ley como "aberrante" ¡Insólito! Servel cancela inscripción a 7 partidos políticos en Chile Los comunistas apuntan a cambiar la ley en el parlamento, mientras que el Partido Humanista y el Partido Ecologista se fusionarán con otras colectividades.

 

Santiago de Chile, 30 ene. 2010, Tribuna Popular TP.- Se les canceló la inscripción a 7 colectividades políticas en Chile, las que fueron notificadas de la medida por el Servicio Electoral (Servel) que, dijo, no cumplieron con requisitos mínimos que exige la ley, tras conocer los resultados oficiales de las elecciones parlamentarias del 13 de diciembre pasado.

 

Sinembargo, se dijo que podrán apelar, incluso volver a inscribirse.

 

Las colectividades afectadas consideraron "aberrante" y "absurda" la disposición, la cual estipula la eliminación de los registros al no conseguir el cinco por ciento de las preferencias o elegir a cuatro parlamentarios.

 

De esta forma, el Partido Comunistas, el Partido Humanista, el Partido Ecologista, Fuerza País, la Izquierda Cristiana, ChilePrimero (de Fernando Flores) y el MAS (de Alejandro Navarro), a partir del 26 de abril, verán suprimida su existencia como colectividades políticas. Sin embargo, el timonel del PC, Guillermo Teillier, dijo que esta situación, la cual otras tiendas han vivido en pasados comicios, debe resolverse de raíz.

 

"El Partido Comunista, a partir del 26 de abril, queda ilegal, lo que es un contrasentido con el hecho de que hayamos elegido (tres) diputados.

 

A nosotros eso nos parece una aberración. La mitad de los partidos quedaron ilegales por una cosa burocrática, administrativa.

 

Yo creo que lo primero sería exigir -y lo vamos a hacer- que el parlamento cambie la ley, y que diga que con un parlamentario los partidos quedan legales", sostuvo Teillier.         "Lo mejor sería que el Parlamento reconociera explícitamente la legalidad de los partidos que tienen parlamentarios", afirmó y acotó que "cuando esto ocurrió con el Partido Radical, que no alcanzó el 5 por ciento, pero obtuvo cuatro diputados, entonces el Parlamento acomodó la ley para que los partidos (que) tuvieran más de cuatro diputados quedaran legales".

 

 

Estrategias

 

A pesar de la molestia del PC, algunas colectividades como el Partido Humanista utilizará estrategias para seguir siendo un partido político.

 

 

El presidente de los humanistas, Efrén Osorio, afirmó que existen dos alternativas, siendo la primera la de volver a reunir las firmas para su inscripción o aliarse con otras tiendas, siendo esta última la opción que asumirán.

 

 

La noticia "no fue sorpresa ni nada. Este es un sistema electoral que fue diseñado en dictadura, con un sistema binominal, que ha polarizado el país en dos bloques, y que está hecho para que los partidos que hemos intentado mostrar una visión distinta tengamos muchos impedimentos para crecer, y si bien es cierto viene nuestra cancelación, nosotros hemos propuesto una alianza con el Partido Humanista de Norte y vamos a mantener nuestra legalidad", afirmó Osorio.

 

 

Por su parte, el Partido Ecologista utilizará también esta medida, ya que se fusionarán con el Partido Ecologista del Sur, y cuyo fundador y ex presidente, Félix González, también apuntó al tendencioso diseño de la norma.

 

 

"Hay muchas leyes que impiden que salgan partidos nuevos, la misma ley para inscribir partidos está diseñada de tal manera que sea muy engorroso hacerlo: hay que inscribir en tres regiones, tienen que ser firmas notariales, la cantidad de firmas pedidas es muy considerable.

 

 

Las leyes están enfocadas en evitar que aparezcan nuevos partidos", expresó González.

 

 

Compañero-a, Usted es parte del ejercito defensor de la verdad contra el terrorismo mediático de los aparatos masivos de desinformación, sos un-a combatiente de esta batalla ideologica, tu acción forja consciencias, reenvia toda la informacion que consideres de interes (para nosotros-as todo)

 

 

¡¡ Avancemos hacia la amplia Alianza Anti-imperialista contra la Guerra y por la Paz !!

 

 

 

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Cuanto vale el 20% de Codelco

 

 

 

 

Julián Alcayaga

<alcayagajulian@gmail.com>

 

 

 

¿ Cuánto vale el 20 % de Codelco?

     Tanto Sebastián Piñera como diversos dirigentes de su sector han vuelto ha reflotar el tema de la privatización del 20% del capital de Codelco, pero tanto Piñera como sus “expertos” en el tema, no han dicho una sola palabra respecto del monto que esperan recaudar con la venta del 20% de la propiedad de la estatal.

     No es la primera vez que el tema de la privatización de Codelco o de una parte de su propiedad ha estado en la discusión pública, ya que el momento más álgido del movimiento privatizador se registró en 1994, a raíz de las pérdidas de alrededor de 170 millones de dólares en los mercados de futuro, que Juan Pablo Dávila le infligió a Codelco. Posteriormente, el tema de la privatización ha sido reflotado en diversas ocasiones, y para nadie es un secreto que el actual Ministro de Hacienda Andrés Velasco, también era partidario de la privatización de Codelco. En mayo de 2005, un grupo transversal de 28 personalidades de derecha y la Concertación, entre ellos Jaime Ravinet, Jorge Rodríguez Grossi, Jorge Marshall, e incluso un socialista Luis Sanchez Castellón, suscribieron un documento llamando a privatizar una parte de Codelco. Pero tampoco estos connotados y desinteresados prohombres, le ponían un precio a la privatización. No se sabía si era por vergüenza o desvergüenza que no se le daba un valor a la mayor empresa nacional. Lo que no deja de ser curioso cuando se sabe que esta empresa posee cerca del 30 % de las reservas mundiales de cobre.

     Por ello que, con el pretexto de doblar el valor de Codelco, desde hace ya muchos años se contrató a una consultora de un banco internacional, Goldman-Sachs, para que estimara el valor de Codelco. El último estudio de esta consultora, se realizó a fines de 2005, y estimó que Codelco valía entre 24.500 y 27.500 millones de dólares. Esto querría decir, que si esa valorización todavía es válida, el 20 % de Codelco alcanzaría entre 4.900 y 5.500 millones de dólares. Por lo que es dable deducir que para el Sr. Piñera y sus amigos, ese sería el monto que esperarían recibir por la venta del 20% del capital de Codelco. Esta cifra, que parece muy alta y conveniente para el país, en realidad es ínfima en relación a lo que realmente vale Codelco. si tomamos en consideración las enormes reservas mineras de Codelco que pasamos a analizar.

     Codelco posee alrededor de 200 millones de toneladas de recursos mineros de cobre. ¿Cuánto valen esos 200 millones de toneladas de cobre?. Es fácil sacar la cuenta. Una tonelada contiene 2.204 libras, y tomando un precio del cobre de sólo 3 dólares la libra, una tonelada vale 6.612 dólares, por tanto los 200 millones de toneladas valen 1,3 billones de dólares. Se nos podría objetar que el valor de 3 dólares la libra es un valor comercial que no corresponde al valor “in situ” del mineral, que tiene que ser extraído, pasar por diversos procesos de explotación, fundición y refinación, por lo que tomando en cuenta esas consideraciones, bajamos el valor total a solo un tercio del valor comercial, lo que nos da igualmente que los 200 millones de toneladas de cobre valdrían la módica suma de 440 mil millones de dólares, y el 20 % de Codelco alcanzará la no despreciable suma de 88 mil millones de dólares, sin tomar en consideración las reservas de otros minerales como el oro, la plata, el molibdeno, el renio, etc. Es decir, lo quieren vender en la veinteava parte de su valor. Debe ser muy buena la COIMISIÓN que pagan por privatizar el 20% de Codelco.

No considerar las reservas mineras para determinar el valor de Codelco, no solo no tiene sustentación técnica, desde un punto de vista contable y/o económico, sino que además es ilegal,  puesto que la Ley 18.097 Orgánica Constitucional de Concesiones Mineras, que hizo en 1982 el Ministro de Minería José Piñera, hermano del Presidente Electo, en su art. 11 Nº 3 OBLIGA a que en caso de expropiación por parte del Estado de un CONCESIONARIO MINERO, sin importar si es un concesionario individual o empresa, se establecerá el valor comercial de la concesión, calculando, sobre la base de las reservas de sustancias concedidas que el expropiado demuestre, el valor presente de los flujos de caja de la concesión”. El valor presente de los flujos de caja de las concesiones mineras de Codelco alcanza precisamente a 1,3 billones de dólares, solo respecto de las reservas de cobre.

Esta disposición de la Ley 18.097 conforma lo que se denominó “concesión plena”, disposición que por esta razón y con gran fuerza atacó en esos años el gran y visionario Radomiro Tomic, y que fue introducida en la ley minera por José Piñera, precisamente para que ningún concesionario minero fuera ser “expropiado” por el Estado. El objetivo evidente de esta ley era que las empresas extranjeras que quisieran invertir en la minería chilena no pudieran ser expropiadas, por lo exorbitante de su costo. Por esta razón, toda la oposición al gobierno militar, que posteriormente devino en la Concertación, y en particular el PDC, sostenían que cuando llegaran la poder después del plebiscito, derogarían esta ley. Pero, al llegar al poder en 1990, la Concertación se olvidó de esta y tantas otras promesas, y nunca ni siquiera realizó el menor intento de modificar esta ley, ni menos derogar esta antinacional disposición del artículo 11 N° 3. ¡Ironía de la historia, esta disposición sirve hoy para defender a Codelco de su privatización por un gobierno de derecha!.

Codelco es tan concesionario minero como cualquiera otra empresa minera extranjera, aún más, es de lejos el más importante concesionario minero de Chile, y en consecuencia, si se la quiere expropiar-privatizar, se tiene obligatoriamente que hacer en aplicación de la Ley 18.097, y el 20% de Codelco alcanzaría entonces a ”el valor presente de los flujos de caja de la concesión”, es decir 1,3 billones de dólares. José Piñera jamás se imaginó que su ley se le volvería como un boomerang, que impediría que su hermano Sebastián pueda expropiar-privatizar al concesionario minero Codelco. La ley es la ley, y está vigente por obra y gracia de la Concertación y la derecha unidas. 

Julián Alcayaga O.

Economista

Defensa y Recuperación del Cobre.

 

 

 

 

 

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BRASIL: Os Illuminatis (documentário) filme para baixar. Para os que leram "Hitler ganhou a guerra" (ou mesmo os que não leram)

 

 

 

 

 

 

Vanderley Caixe

<vanderleycaixe@revistaoberro.com.br>

 

 

 

 

Para os que leram "Hitler ganhou a guerra" (ou mesmo os que não leram), baixar esse filme permitirá completar a visão das sociedades secretas,os Illuminatis, as maçonarias e as familias que se sucedem e controlam o poder e as mentes , assim como as fontes de energia do paneta. Façam um download, salvem e assistam no arquivo ou passem para um DVD. Ou , então , tentem nas locadoras.  

 

 

Os Illuminatis   Sinopse: Nesse importante documentário com participações de David Icke, Chris Everard (produtor, diretor e expert em Illuminatis). Baseado em livros como os do Alemão Jan Udo Holey(Vulgo Jan Van Helsing), Robert Anton Wilson, Jordam Maxwell, René Chandelle, Alex Jones, dentre outros... Nós temos as revelações bombásticas sobre o que vem a ser os Illuminati. A organização Illuminati não é apenas uma nebulosa e fracassada sociedade secreta Alemã do século 17, mas sim uma poderosa organização que controla as outras Sociedades Secretas á partir de dentro. Por tanto os Illuminati são uma sociedade REALMENTE SECRETA! Segundo pesquisas de David Icke e Jan Udo Holey, a Maçonaria seria a testa de ferro principal dos Illuminatis, acima do grau 33 de iniciação maçônica, segundo eles averiguaram, tem mais 13 graus REALMENTE SECRETOS que seriam então chamados de graus illuminati. Esses são os tais mestres ocultos que até os maços mais elevados desconhecem o paradeiro, mas obedecem as ordens! (??) Os Illuminatis por tanto seriam os chefões aqueles que estão na ponta da Pirâmide de poder, e por tanto tem a visão total e livre de todo o panorama em seus quatro lados, nessa posição privilegiada eles manipulam e conduzem a maioria que desconhece as conspirações. O símbolos deles é o Olho que tudo vê, e a Coruja (pode ver no escuro, é carnívora,pode voar, ataca até mesmo as serpentes venenosas). Segundo pesquisas desses sérios homens, os Illuminatis principais são os Banqueiros e grandes empresários da industria, principalmente da industria petrolífera e automotiva.  Servidor: Deposite files Formato: rmvb Tamanho: 346 mb Idioma: Ingles Legenda: Portugues

 

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Re: 257 PV

 

ramon nuÿfffff1ez

<ramon_ns@yahoo.com>

 

 Me parece increible, que aún en este diario electrónico se le comunique cartas del llamado secretariado de expp, que comandan el Abogado Rozas, reconocido en todos los organismos del estado, como el que ha defraudado y engañado  a miles de ex-presos politícos con demandas civiles, que nunca resultaron y que el como abogado abandonó a lo largo de todo el pais, y también con engaños a compañeros de Europa, cobrandoles por supuestas indeminizaciones o reparaciones por tortura. Y al señor Cataldo, encubridor de todas los arreglines en la Uniacc, engañanado a comapañeros a lo largo del país, con la carreras que no conducen a ningún título y ahora haciendo perder el beneficio de traspaso de esas becas a un hijo o a un nieto. Por lo demás el estado de Chile, no reconoce a estas pseudo. agrupaciones., por la razones expuestas más arriba. POR FAVOR SEÑOR FONCK, PUEDE EXPLICAR DE QUE SE TRATA ESTO.

 

Estimado don Ramón

 

Le solicito no irse por las ramas, la realidad de nuestro país es que está dividido en dos, con las perniciosas consecuencias que esto produce en términos de paz interior, seguridad geopolítica, producción, confianza etc.

 

Esta división justifica plenamente (por desgracia) el elevado gasto militar que debemos financiar.  También aparecen como consecuencia de esto, las odiosas calificaciones entre personas que sólo debieran ayudarse y apoyarse mutuamente.

 

Este asunto no va a parar hasta que se haga verdadera y completa reparación de los daños que las personas reclaman.

 

Dejar esto así, después de la dictadura, como si no hubiera pasado nada, resulta peligroso y arriesgado y constituye finalmente una barrera insalvable que a la larga renta perjuicios de magnitud incalculable y extensión en el tiempo más allá de nuestras vidas.

 

Los juicios del Señor Rosas no son más que una demostración de los daños sin reparación que una gran parte de este país viene soportando ya demasiados años.

 

Saludos afectuosos

 

Guillermo Fonck O`Brien

 

 

 

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debutó censura hasta en you tube

 

 

chino thiers

<thiershuenchun@gmail.com>

 

 

 

Presentacion de Camila Moreno. y Quilapayun en Festival del Huaso en Olmue 2010 ha sido censurada,de modo que ya no esta disponible a raiz de una reclamacion de copyriht  realizada por Red Television Chilevision sa.. a travez de este mecanismo Propietario de Chile Vision y Presidente de Chile electo,  Sebastian Piñera protege su imagen,,  debemos de entender que a partir de marzo no se podran contar ni chistes del Presidente de Chile, ni sus ministros ,costumbre de todos los pueblos del mundo,,, .Si  usted no cree que esto ya esta ocurriendo  bueno tan simple visualize en you tube,estas presentaciones que estaban disponible hasta ayer para cualquiera persona en el mundo.Lo que irrito a Sebastian Piñera fue la presentacion de la cancion La Batea, un clasico de Quilapàyun,,y letra de cancion de Camila Moreno --

 fernando thiers h. Diseño y asesorias gerenciales

 

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Int. DHpedia, la enciclopedia libre de Derechos Humanos.

 

 

 

Red de Defensa de los Derechos Humanos

<reddh.mex@gmail.com>

 

 

 

Me es grato presentarles este proyecto, sería bueno lo anunciaran en este grupo, para que los usuarios puedan colaborar con el mismo, igulamente el proyecto puede servir como plataforma para difundir documentos de interés general en el ámbito de los derechos humanos:

 DHpedia (http://dhpedia.wikispaces.com) es un proyecto enciclopédico libre on-line de construcción colaborativa, similar a Wikipedia, pero especializado en el tema de los Derechos Humanos. El objeto del mismo es difundir la cultura de los Derechos Humanos en la red, así como, reunir, estructurar y relacionar toda la información posible sobre Derechos Humanos. El proyecto crece a partir de los aportes de usuarios registrados. Todo usuario puede participar en la edición, mejora, actualización y ampliación de los artículos. El tipo de contenidos disponibles es muy variado, hace uso de todas las posibilidades de la tecnología digital y de la red y el límite de los mismos está en la imaginación de los usuarios. Ejemplos de algunos contenidos actualmente disponibles:

  *Definiciones: Patrimonio Cultural Inmaterial

 (http://dhpedia.wikispaces.com/Patrimonio+Cultural+Inmaterial) *Libros online: Por una pedagogía de los derechos humanos (libro) (http://dhpedia.wikispaces.com/Por+una+pedagog%C3%ADa+de+los+derechos +humanos+%28libro%29)  *Legislación: Declaración de los Derechos del Niño

(http://dhpedia.wikispaces.com/Declaraci%C3%B3n+de+los+Derechos+del+Ni%C3%B1o) *Cortos: Pollo a la carta (corto)

(http://dhpedia.wikispaces.com/Pollo+a+la+carta+%28corto%29)

*Películas online:  En el mundo a cada rato (película)

(http://dhpedia.wikispaces.com/En+el+mundo+a+cada+rato+%28pel%C3%ADcula%29)

 

___________________________________________________  Dignidad, Justicia, Libertad Red de Defensa de los Derechos Humanos REDDH  Web:  www.reddh.org  correo: contacto@reddh.org  Skype: reddh.mex

 

 

 

 

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Aporte al debate interno del PS e invitación a leer y difundir nuestro blog www.premionacionaldeeducacion.blogspot.com

Img8

 

Prof. Pedro Godoy P.

<director@cedech.cl>

 

 

ELEGIR O ESCOGER

Img9 

 Se discute sobre el sistema electoral. Hay defensores del binominalismo y quienes proponen el sistema proporcional. Se acusan, recíprocamente, como “perversos” y “anárquicos”. Hay, sin embargo, un dato. Las “elecciones” no son tales. Lo que existe son las “escogencias”. Dicho de otro modo, no se elige, sino se escoge. “Explique ese enfoque” exige un alumno de mi Curso de Politología. Enseño: sufragamos en el marco de un “menú” fijo, pues no es la ciudadanía la que elige, sino los partidos los que proponen los candidatos. Lejos de elegir apenas se escoge. No le echemos la culpa a la Carta de 1980. Siempre ha sido así en el marco de la denominada “democracia de los partidos”. Desde luego, es preferible a la “dedocracia” autoritarista, pero esa “dedocracia” también posee vigencia en las estructuras partidistas.  Los partidos políticos que con mayor énfasis exigen restaurar la democracia y profundizarla una vez establecida la vulneran. Un “recuerdo del pasado” son “las luchas internas”Img10 que hasta la década de los 50 se daban al interior del Partido Radical. En tales eventos –con todas sus deficiencias- cada afiliado opinaba. En cambio, las tiendas adherentes a Marx y Lenin y a Marx y Zapatero- deciden cupularmente pretextando centralismo y disciplina. Cada Comité Central es una oligarquía burocrática que decide quien es y quien no es candidato. El “menú” se presenta a las “bases” y estas aplauden. Como réplica suelen estar los “descolgados”. Postulan como “independientes” con opción “cero”. Esta burla explica, en cierto modo, la renuencia a inscribirse en los Registros Electorales, los votos nulos y blancos y el desdén por la política.

 

Img11

 

Publicado por el Prof. Pedro Godoy el

martes 10 de noviembre

 

 

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Querido Guillermo... podrías publicar, por favor, esta carta escrita por mí a principios del 2007

 

y que hoy me la encontré a bocajarro... entonces nadie de sus destinatarios finales la pescó para nada, pero creo que hoy, y a la luz de los actuales acontecimientos políticos, ella mantiene una vigencia a toda prueba.  

 

Fraternalmente    

 

 

Juan Carlos Vegas Presidente del PPD-Providencia

Miembro de la SS.RR.II.  del  PPD 07-7532511  

<ppdinternacional@hotmail.com>     

 

FRATERNALES COMPANERAS  Y  COMPANEROS DEL PPD:      REENVIO EXTRACTOS DE UNA CARTA DIRIGIDA A NUESTROS DIRIGENTES NACIONALES DEL PARTIDO (Y TODOS USTEDES) HACE MAS DE TRES ANOS Y QUE JAMAS FUE RESPONDIDA POR NINGUNO DE ELLOS. DADA LA ACTUAL COYUNTURA POR LA QUE HOY ATRAVESAMOS (Y SALVANDO LAS DISTANCIAS), CREO QUE TRAERLA A COLACION, PODRIA SERVIR PARA COLOCAR EN PERSPECTIVA, PARTE DEL DEBATE QUE REQUERIMOS CON URGENCIA EN EL PPD EN EL PROXIMO CONSEJO NACIONAL Y EN LAS ELECCIONES INTERNAS QUE ESPERAMOS PROTAGONIZAR Y ASUMIR LA NUEVA GENERACIONES DE PEPEDISTAS.   FRATERNALMENTE     JUAN  CARLOS  VEGAS PRESIDENTE DEL  PPD-PROVIDENCIA 07-7532511 >  >  > > Estimadas Compañeras, Compañeros y Amigos de la Concertación    Estas reflexiones deseo compartirlas con todos y cada uno de ustedes,   justo cuando "nuestro tiempo" político se ve cargado de nubes muy grises   por todos lados. Las hago también desde una perspectiva de hombre de   izquierda. De militante del PPD. De ciudadano progresista. De   concertacionista convencido.   En principio diré que todo este lío que hoy presenciamos, desde su   comienzo a mostrado ciertas aristas que no se explican en el sólo hecho de   la aparente corrupción ventilada sin empacho por los medios de   comunicación, y que está involucrándo a demasiada gente de todos lados,   como si más bien presenciaramos una avalancha de excretas, y no unas   denuncias que buscaran luz y claridad para el país, sino todo lo   contrario. Por razones que no puedo explicar objetivamente, todo esto me   está oliendo a Plan bien pensado para acabar con La Concertación y no a   otra cosa. Sin perjuicio de que el origen de las denuncias sea en muchos   caso pertinente. Aqui hay gato encerrado, y punto.   Sin descartar que parte de lo que se ha dicho es cierto, y que personas no   probas han sido descubiertas en andanzas vergonzosas que en nada ayudan a   la vital transparencia en la gestión pública, y que todos "los   denunciantes" deben tener las manos tan negras como los denunciados, más   allá de eso, repito, hay muchas sombras detrás de todo este bochornoso   asunto.   En fin, la cloaca está abierta y hay que limpiarla entre todos. Lo peor y   más triste es que el PPD (hoy, no se mañana) en particular ha recibido de   parte de militantes emblemáticos, un torpedazo en su linea de flotación,   tan desvastador, que sus últimos efectos hoy no podriamos ni imaginar,   pero que apenas estamos comenzando a sentir. También creo que a estas   alturas, y más allá de las reales intenciones de los denunciates de   oficio, comienza a vislumbrarse cierta voluntad de acabar con el Partido   Por la Democracia en particular y con la Concertación en general. Lastima   que no hay priueba palpable de ello, pero la campaña de apoyo y   sostenimiento que la derecha a llevado a cabo a través de los medios de   comunicación es contundente, y ha mostrado esa eterna cara de ensañamiento   que los dueños de Chile no pueden evitar mostrar de vez en vez a lo largo   de neustra maltratada historia patria. Para la derecha, la forma como se   hizo y se llevó a cabo estos lamentables temas, resultaron un hueso   sabroso de degustar. Y con los actores mismos sirviéndoles en la boca, ni   de tontos que fueran a decir que no.   Ahora bien, independientemente de lo anterior, tampoco vamos a negar a   rajatabla que muchos militantes de nuestro partido, y del país, creen sin   tapujos que todo cuanto dicen unos de otros en este escándalo es cierto (o   casi). Pues todos los militantes de base sabemos lo que esta dirigencia   histórica a hecho de nuestro querido PPD: un coto de caza particular y de   aprovechamiento, donde las bases casi no han sido tomadas en cuenta en   mucho tiempo, lo que ha generado prácticas perversas de conducción   política adentro del PPD, pero que al ser sistematicamente ignoradas por   las susecivas mesas políticas de la organización, terminaron de configurar   un cuadro de lamentables consecuencias, y que hoy se hace ineludible   resolver entre todos, pues de lo contrario, de continuar las practicas   cupulares adentro del PPD, este partido estaría sellando su acta de   defunción sin más demora.   En lo que a mi respecta, y como orgulloso militante de base del Partido   Por la Democracia, creo que antes que el PPD está Michelle Bachelet.   Ella, aún por encima de la Concertación misma. . Ella, la Presidenta de   todos los chilenos es el balnco de las fuerzas reaccionarias de este país.   Y punto.   No entender a quién esta apuntando hoy la derecha pinochetista, usando a   más de un tonto útil para sus fines, es no enteder los usuales jegos   oscuros de la politica contingente. Es a ella, la Presidenta de Chile a   la que desea arrodillar esta derecha borbónica, que no entiende ni cambia.   Y por ser Michelle Bachelet el blanco último de los pinochetistas de la   Alianza por Chile, es que debemos reforzar la defenza del Gobierno   Nacional en todos los frentes. Es a ella, nuestra Presidenta, a quein a   fin de cuentas defenderé como ciudadano y como militante hasta donde sea   posible. Total, estimadísimos amigos y militantes, en estos criticos   momentos partidarios no hay nada que perder. Si sabemos enfrentar esta   crisis con valentía y determinación, las luces siempre estarán al fina del   tunel, pues no es ético hoy pretender ignorar que el PPD agoniza frente a   la opinión pública, y para salvarlo, si es que queremos salvarlo, o para   cambiarlo por algo mejor, hay que asumir con toda responsabilidad el   tamaño de la crísis que hoy vive nuestra organización.   En tanto, creo que hay que mantenerse alerta. La derecha estará dándonos   con todo hasta agotar sus municiones más contundente. La Concertación   seguirá por mucho tiempo a la defensiva y el Gobierno tratando de bajarle   el perfil al tema hasta donde le sea posible. Frente a este panorama tan   complejo, los militantes de base quedamos algo inmovilizados, pues en esta   pelea no contamos mucho. Al menos que TODOS JUNTOS empecemos una   "Revolución Interna" que les dé en la madre a unos y otros y se vean   obligados a abrir puertas y ventanas por donde llegue aire fresco para   limpiar la casa. Pero eso, mis queridos Compañeros y Compañeras, es aún   dificil de visualizar. Aún estamos en el epicentro de la crísis y a la   espectativa de ver si nuestras autoridades, a las que le otorgamos un voto   de confianza, a pesar de todo, logran estar una vez más a la altura del   tremendo reto histórico planteado hoy. Si por el contrario, toda la   baronía del PPD (y de La Concertación) jugarán a defender el status quo, y   a cuenta de defender lo indefendible, equivocan la puerta de salida a la   misma, la militancia será la que encuentre dicha puerta, y esa, tengamóslo   por seguro, será de una sola vía.   Por último hay que señalar que esta pelea en la que estamos enfrascados   todos directa e indirectamente, es, basicamnete, una pelea de desgaste,   pues es la que le conviene a la derecha económica, y no renunciaran a ella   por ningún motivo. Así que a preparse para un round de largo aliento que   apenas comienza. En el fondo, repito, la idea principal de la derecha es   acabar con Michelle Bachelet por medio de la neutralización de su acción   de gobierno, y para ello le sobran medios y recursos de toda laya.   A RN, a la UDI y a todos los sectores que ellos representan, lo único que   les falta para ser dueños del 100% del país es el Palacio de La Moneda.   Porque hasta de gran parte de La Concertación son dueños. Una vez   alcanzado ese objetivo estratégico (para ellos), el país se verá sometido   a sufrir una nueva era de cambios generados por los dueños de Chile que   obviamente les favoreceran, como siempre, y esta vez, lo harán en   "libertad y democracia", lo que les permitirá, al fin, legitimar un   sistema de odiocidades e injusticias avalados por una contundente mayoría   de votos, los que obtendrían de una masa cada vez mayor de ciudadadanos   que no verían mal a estas alturas del proceso nacional, un cambio de mando   hacia la derecha, pues la frágil memoria de los pueblos en este   continente, sumado a las constantes "ayuditas" que les estamos dando a   cada rato desde La Concertación, no me extrañaría para nada que el proximo   inquilino de La Moneda sea un neo-fascista de esos que abundan en este   país, y cuya sed de poder absoluto la veremos en todas sus galas y a su   debido tiempo si llegan a ser gobierno.   En tanto, aún ay mucha tela que cortar, estimados Compañeros y Compañeras;   la pelea apenas comienza. Lo importante aqui es que esta crísis debiera   sevir, entre otras cosas, para decantar de una vez quien es de verás   concertacionista y queines no. Si el barco de la multipartidaria comienza   a hacer aguas, veremos sin rubor alguno como empiezan a saltar al mar,   primero que nadie, aquellos seres asustadizos y siempre en guardia para   sacar provecho en situaciones de emergencia. Ya lo veremos. Pierdan   cuidado. Todo a su tiempo.   Finalmente, estimados Amigas y Amigos, queda por considerar el factor   "opinión pública" Esta díscola e impredecible masa de personas, cuya   máxima preocupación, legitima por cierto, será, cóimo salir lo menos   perjudicado de todo esto ... (y a la vez reforzando adentro del   inconciente colectivo su imagen sobre la política y los políticos), es la   batalla más dura que deberemos enfrentar. La fe pública está dañada por   todo lo acontecido. Y el asco ya comienza mostrar sus señas aqui y allá.   La opinión pública, o sea nosotros todos, "los independientes" castigarán   (al menos eso es hoy la presunción más válida), sin remordimientos a La   Concertación llegado el momento, si no hay un cambio sustantivo en la   forma y el fondo de conducir a nuestras respectivas comunidades políticas.   Si nuestra dirigencia no termina de aceptar que sólo ensanchando las   alamedas y aupando el protagonismo de las bases en la toma de descisiones   de cada uno de nuestros partidos, y en especial del PPD, estaremos   condenando sin remedio, al naufragio a este proyecto político que   aparentemente aún podría navegar un tiempo más de manera sólida y con   brújula clara si se tomaran las medidas correctas: dejar que la justicia   haga su trabajo. Permitir que los militantes cuestionados asuman su   defensa por fuiera del PPD. Transparentar todas las decisiones que tengan   que ver con los casos en referencia. Olvidarse de expulsiones sumarias que   sólo victimizan a los encausados y no dicen nada bueno del partido, entre   otras y sólo por citarlas de ejemplo.   Con todo lo anterior expresado aqui, con la intención y de la manera más   responsable y respetuosa posible por todos y cada uno de ustedes, no busco   otra cosa que "lanzar al aire" estos sentimintos que hoy por hoy son   muestra de preocupación, dolor y vergueza. Pues nada de esto debería haber   pasado en un partido que como el PPD se merece mejor suerte y que al que   tanto costó ganarse la confianza del pueblo de Chile. Los culpables de   tanto soberbia deberán, tarde o temprano, asumir sus responsabilidades.   Así las cosas, está claro, al menos para mí, que el proyecto   concertacionista en si mismo ya comienza a mostrar evidentes razgos de   agotamiento. Eso es cierto. Por eso quiero insistir en la idea que he   planteado con anterioridad en varias oportunidades, y que tiene que ver   con el hecho de que ya deberiamos, una vez más, ir preparando una "nave"   de recambio. Desde ya deberiamos estar diseñando el partido Social   Democrata al estilo europeo que Chile requiere par enfrentar desde una   perspectiva progresista los nuevos desafios del milenio que comienza. Y   esta tarea, queridas Compañeras y Compañeros, no la haran los "dirigentes   históricos" de la Concertación. Esta tarea es de nosotros, las nuevas   generaciones del progresismo en nuestra amada patria. Lo más granado y   comprometido con el pensamiento de avanzada del socialcristianismo. Lo más   renovado y comprometido con las nuevas formas de participación y lucha   social del PS, PPD y PRSD. Los independientes que no terminan de vermos   como interlocutores totalmente válidos para sus propuestas de cambio. Los   ecologistas, eternos marginados de este proyecto político. La clase   obrera, marginada también del gran parte del progreso de Chile, sino   tambien ignorada`por los grandes acuerdos nacionales que han protagonizdo   empresarios y polítivos de toda laya. La cultura popular y sus   protagonistas. Las minorías sexuales. Los estudiantes. En fin, actores   todos de una nueva realidad. Y es hacia ellos donde hay que caminar ahora.   Al encuentro de esa nueva mayoría que se ha ido quedando a la berma del   camino y que aún espera por la llegada del aíre fresco que los impulse por   los cielos y caminos de este Chile de nuestros tormentos y dichas. Este   Chile de nuestras esperanzas y sin sabores. Este Chile de todos. Por aquí   van los nuevos dasafíos. Entender esto es vital para reoxigenar al   progresimo criollo. Buscar ese nuevo aire que nos impulse a todos juntos   por sobre el "pesimismo de la razón" y nos lleve sin demora por "el   optimismo de la voluntad"   Fraternalmente    Juan Carlos Vegas   Miembro de la Sec. de Relaciones Internacionales del PPD  Miembro del Comunal Providencia

 

 

 

 

 

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CHILE-Pedido de difusión

 

 

 

 

 

 

Ingrid

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Estimados amigos, artistas y colegas       

 

Les escribo para compartir con ustedes un hecho de importancia  nacional y de mucho dolor para mi.

 

Mi padre, Héctor Ricardo Pincheira  Núñez, Médico y asesor de Allende, Detenido Desaparecido desde el  Palacio de la Moneda el 11 de septiembre de 1973, después del análisis  de ADN nuclear realizado, se confirma que fueron encontrados sus  restos en el Fuerte Arteaga.

 

Los detalles son escabrosos, algunos de  ustedes conocen la historia, pero finalmente, por duro que sea ésta,  es importante descubrir las atrocidades cometidas en dictadura.

 

Es  importante hacerlas visible en el panorama político que estamos  viviendo.

 

La información se nos entrego el lunes a los familiares por  el equipo investigador de Servicio Médico Legal y el juez Fuentes  Belmar.

 

A pesar que a sido publicado en algunos medios, creemos que no  ha tenido la cobertura que se merece.

 

El grupo que estuvo hasta último  momento en la Moneda, resistiendo el Golpe, se merece ser tratado como  héroes, fue por sus convicciones que permanecieron en la Moneda  defendiendo la constitucionalidad.

 

Como ustedes saben, yo he  desarrollado un constante trabajo artístico en relación a esta  historia, que también es la mía, de manera velada o explicita, he  tratado de hacerla visible, es por esta razón que comparto con ustedes  este hecho, si alguno de ustedes cuenta con medios de comunicación, de  la índole que sea, se les agradece difundirlo. 

 

Adjunto un artículo que salió en La Nación, este lunes pasado.  Saludos Afectuosos  Máximo Corvalán-Pincheira

regimiento se les unió un automóvil particular con tres civiles a bordo.

 

"Se notaba que eran oficiales de civil, pero no del Tacna", sostiene "Uno"."Al cruzar el Mapocho rumbo a Peldehue se nos unió el otro auto particular con un civil y dos oficiales en uniforme, pero sin grados. Ese fue el vehículo que quedó encabezando la caravana", dijo.Durante el trayecto uno de los prisioneros gritó e intentó zafarse de la lona, por lo que uno de los custodios hizo un disparo, hiriendo en la mano izquierda al suboficial que viajaba en una de las barandas.

 

El clase que viajaba a cargo de la ametralladora en el jeep de "Uno" quiso comenzar a disparar para matarlos a todos de inmediato, pero éste se lo impidió diciéndole que era una locura.Arribados al predio del Ejército en Peldehue que servía de lugar de campaña al Tacna, uno de los dos militares uniformados sin grado unidos al grupo y quien quedó      comandando toda la operación, dio la orden de bajar a los detenidos. A "Uno" y a los otros les parece que, por los rasgos físicos, podría tratarse del entonces mayor Pedro Espinoza Bravo, quien luego fue el segundo hombre de la DINA, pero admiten dudas.

 

Los prisioneros fueron bajados de a uno. "Se veían tranquilos y enteros, solo uno lloró y      dijo que era inocente", recuerda "Uno".Formados todos en tierra, el      oficial a cargo dio la orden a "el subteniente" de que procediera. La ejecución "Se desmontó una de las ametralladoras de los jeeps y se instaló como a unos 10 metros.

 

Había un pozo profundo. Cada detenido fue parado frente al pozo, de espaldas a la ametralladora, y entonces yo comencé a disparar", afirmó "El subteniente"."Todos al ser ejecutados conservaron su dignidad y no se produjeron intentos de fuga. Ninguno      pidió clemencia y algunos murieron gritando consignas políticas", es otro de sus recuerdos."¡Viva la revolución chilena!", dice "Uno" que escuchó a la distancia, donde junto a los suboficiales y clases fue instalado para proteger un amplio perímetro durante la operación.     

 

Los cuerpos iban cayendo pesadamente al pozo de 8 a 10 metros de profundidad por 2,5 a 3 metros de diámetro. "Estaba seco, porque antes se había tratado de sacar agua para hacer una noria", recordó "Uno".Ejecutados todos, el oficial sin grado que hizo de jefe en el lugar los formó al personal y lo arengó: "Lo que ustedes vieron y escucharon jamás existió, recuérdenlo muy bien. Todo se hizo por la patria. Estos marxistas merecían morir. Ahora, regresarán a su unidad".Pero antes de partir, "El subteniente" sostiene que "los oficiales que vigilaron la operación lanzaron granadas al interior del      pozo.     

 

De los que se acoplaron a nuestro grupo, el oficial a cargo era una      persona de unos 30 o 40 años, tenía estatura media, contextura      corpulenta y usaba unos bigotes". Ese podría ser Pedro Espinoza. La arenga de Ramírez     

 

De regreso al regimiento, el coronel Joaquín Ramírez formó a todo el grupo que nominó para el traslado y ejecución de los prisioneros y les dijo: "Esto era lo que había que hacer con esa gente, todos peligrosos marxistas. A ustedes no les pasará nada porque todos ellos fueron condenados en un rápido juicio por un tribunal militar.     

 

Quédense tranquilos". "El subteniente" y "Uno" no olvidaron esas palabras de Ramírez, como tampoco lo que debieron hacer en Peldehue."Me doy cuenta de que no puedo olvidar nada, he estado en tratamiento siquiátrico y por eso tuve que dejar el Ejército en 1983.    

 

Cada vez que el juez me llama a interrogatorio me voy con mi maletita con mis cosas. Espero que me pase cualquier cosa. Yo vivo solo el día, si fue triste, si fue menos triste, si lloré más o lloré menos, ese fue un día más que viví", dijo en otro ataque de llanto desatado "El subteniente".     

 

- ¿Hay algo que pueda ocurrir para que usted alivie su dolor? -le pregunté conmovido-.      - Yo creo que nada -respondió con lentas palabras-. - ¿Ha pensado en encontrarse con los familiares de las víctimas?, tal vez eso podría ayudarlo a despejar parte del conflicto. - Lo he pensado alguna vez, pero es muy difícil. Entonces le dije que tenía que hacerlo, porque eso le iba a ayudar, y le ofrecí contactarlo con algunos de ellos. Lo sentí un hombre absolutamente entregado y sobretodo desprotegido, inmensamente vulnerable.

 

A pesar de todo, mantenía un nuevo trabajo y hablaba de sus hijos y su esposa. Había pasado años sumido en el alcohol y le había resultado peor. Ahora estaba lejos de ello.

 

Me di cuenta de que él mismo era una víctima de sus muertos que lo perseguían.

 

"Dejemos que siga el camino de la justicia", dijo al despedirnos, y pasó a un almacén a comprar pastillas de menta.     

 

1978: Del pozo al helicóptero     

 

Cinco años más tarde, a las 07.30 de una mañana de diciembre de 1978,      "Uno" caminaba de uniforme por el sector del Parque O´Higgins para ingresar al Tacna. Sintió pasos detrás suyo que se apuraron al verlo y escuchó que lo llamaban. Pensó que lo querían asaltar y también apuró el tranco y entró al regimiento. Inició sus actividades diarias pero a los pocos minutos lo llamó el comandante del regimiento. "Me llamó el      coronel Ricardo Canales, y me dijo que tenía que acompañar a unos señores a hablar con un general al ministerio de Defensa. Quédese tranquilo que no le va a pasar nada", dice "Uno" que le dijo el coronel Canales Varas. Su sorpresa fue grande cuando se dio cuenta de que "los señores" eran los civiles que lo habían seguido momentos antes.

 

Partieron al que hoy es el edificio de las Fuerzas Armadas y subieron al quinto o sexto piso. Esperaron unos minutos y los hicieron entrar a una oficina."A mi me parece que era el general Morel, era alto, maceteado, medio canoso y de frente muy ancha.

 

Me dijo mire... usted sabe donde enterraron a los de La Moneda y hay que limpiar el lugar. Usted será quien indique el lugar preciso", recuerda "Uno" que le dijo el general.

 

Sus cálculos son que ese general era el comandante de la Guarnición de Santiago "que es el que manda y resuelve todo en una región militar".  Y el general Enrique Morel Donoso, edecán de Augusto Pinochet entre 1973 y 1974, fue nombrado comandante de la Guarnición de Santiago en noviembre de 1977. Sus rasgos físicos coinciden con los que "Uno" dio en nuestra conversación. Los civiles regresaron a "Uno" al cuartel y allí entonces el comandante Canales le dio la orden de guiar a personal de inteligencia del regimiento a Peldehue, para ubicar el lugar exacto y realizar el desentierro.     

 

Con retroexcavadora y pisco  La alarma había sonado en los cuarteles después de que a fines de 1978  se descubrieron los 15 cuerpos de los campesinos en los hornos de      Lonquén, cerca de Santiago. Era el primer hallazgo masivo de víctimas y la orden fue comenzar a limpiar los entierros clandestinos numerosos, para evitar nuevos problemas."Uno" partió en un vehículo guiando a un reducido grupo de personal de inteligencia del Tacna que vestía de civil. No iban oficiales.

 

Los puntos de referencia eran un      montón de árboles y una construcción que servía para el rancho durante las campañas del regimiento. A "Uno" no le costó mucho hallar el pozo que ahora estaba totalmente cubierto y señaló el punto exacto.     

 

Luego apareció una retroexcavadora y un camión con clases que iban preparados con palas y guantes para realizar la operación más fina. "Ahora llegó el capitán Luis Fuenzalida Bravo para hacerse cargo de la tarea.

 

El era el jefe de Inteligencia del Tacna", dice "Uno".

 

"La      retroexcavadora comenzó a cavar profundo hasta que aparecieron los      primeros restos".  "Uno" recuerda que algunos de los cuerpos que no alcanzaron a ser destrozados por las granadas estaban enteros y guardaban rasgos físicos, dada la característica de la tierra de la zona.     

 

"Los fueron sacando con palas de mano y metiendo en sacos. La descomposición parece que se aceleró al entrar el oxígeno y el olor era insoportable. La gente se tomó varias botellas de pisco para poder trabajar".De repente llegó el comandante Canales a verificar que todo se estaba cumpliendo como se había ordenado por el general que habló con "Uno" y por él.

 

Una vez ensacados cuerpos y restos, apareció un helicóptero. "Eran ya cerca de las ocho de la noche y había luz natural todavía. Pero el espectáculo era tremendo.     

 

Empezaron a subir los sacos al helicóptero. Sabíamos que los iban a tirar al mar. Eso se sabía", rememoró "Uno", aclarando que no le tocó palear para sacar los cuerpos.

 

El helicóptero elevó el vuelo y todos regresaron al Tacna. Allí se ducharon y se refregaron varias veces, todavía medio borrachos, y quemaron toda la ropa con la que habían trabajado.     

 

Huellas en la tierra     

 

Luego de terminada a mediados de 2000 la mesa de diálogo sobre Derechos Humanos y evacuado en enero de 2001 el informe de las Fuerzas Armadas sobre el destino de 200 detenidos desaparecidos, el pleno de la Corte Suprema designó a la ministra Amanda Valdovinos para que investigara un antecedente anónimo que mencionaba: "A cinco kilómetros del recinto de campaña, en una caverna frente al sector cordillerano      NASA, veinte cráneos".

 

Después de múltiples búsquedas apoyada por peritos de diversos servicios y la policía de Investigaciones, a fines del primer semestre de 2001 la magistrada logró dar con la "gran fosa" como la calificó en sus informes a la Corte Suprema.

 

Los datos que aportaron militares que participaron tanto en los fusilamientos como      en el posterior desentierro de 1978, fueron fundamentales para hallar el lugar.     

 

Ubicada la fosa (o el pozo según "Uno"), la magistrada fue encontrando piezas óseas múltiples (unas 500), entre dientes y fragmentos de cráneo y mandíbulas.

 

Otro hallazgo avala los relatos de "El subteniente" y "Uno": "se encontraron restos de granadas, material balístico y numerosos elementos culturales de la época (1973)",      estableció la jueza en su primer informe del 8 de marzo de 2002."Se trata de restos de personas que estuvieron en el Palacio de la Moneda el 11 de septiembre de 1973, fueron trasladadas al regimiento Tacna, y posteriormente a Peldehue donde habrían sido fusiladas días después", escribió la ministra en el mismo informe.

 

Veintinueve años después, la tierra habló y algunos de los actores principales también.      De acuerdo a los largos peritajes médico legales practicados por un equipo del Servicio Médico Legal y peritos particulares designados por la magistrada, se logró concluir, aunque aún no se da a conocer oficialmente, que los restos hallados pertenecen a 13 (o 14) personas, todos ex asesores del Presidente Allende y ex integrantes de su guardia personal GAP.Estos son: Jaime Barrios Meza; Daniel Escobar Cruz; Enrique Huerta Corbalán; Claudio Jimeno Grendi; Georges Klein Pipper; y Arsenio Poupin Oissel, todos ex asesores. Y los ex GAP: Oscar Lagos Ríos; Juan Montiglio Murúa; Julio Moreno Pulgar; Julio Tapia Martínez; Oscar Valladares Caroca; Juan Vargas Contreras; y Domingo Blanco Tarrés, jefe del GAP. Son los desaparecidos de La Moneda, cuyos cuerpos aún faltan encontrar.     

 

Los 13 aparecen como "lanzados al mar" en el informe de las Fuerzas Armadas, como efectivamente "Uno" dice que habría sido.. Lo que ocurrió es que la operación no fue "limpia" (como también sucedió en Calama y Chihuío) y los huesos que quedaron permitieron verificar la masacre de  Peldehue.      --     

 

Máximo Corvalan-Pincheira     

Artista Visual

 

 

 

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Instituto Rodrigo Ambrosio

 

 

 

 

 

 

 

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Cartilla de Educación Política Nº 5.

 

 

Con la publicación de este trabajo elaborado por el compañero Víctor Figueroa, iniciamos una línea de estudio de los principales problemas internacionales con los cuales pretendemos tener una mejor comprensión del desarrollo del capitalismo y el comportamiento de las diferentes clases sociales en este proceso.

Paralelamente estos estudios nos permitirán fortalecer y preparar a los cuadros políticos del proletariado del campo y la ciudad para elevar la calidad política de nuestra lucha contra el capital financiero.

 

 

 

La crisis. Viejas y nuevas contradicciones.

 

Víctor M. Figueroa Sepúlveda

 

 

A pesar de la gran masa de material que se ha producido en torno a la presente crisis del capital, la discusión sobre sus causas y alcances está lejos de agotarse. Desde luego, en ciencias sociales rara vez se encontrará un consenso generalizado sobre las cuestiones fundamentales del movimiento de la sociedad, mucho menos tratándose de un problema tan complejo como la crisis actual.

Es probable, entonces, que esta cuestión nunca encuentre una solución compartida de manera generalizada. No por ello, la discusión es menos necesaria. La ciencia social normalmente resulta beneficiada con la introducción de algún punto de vista punto particular sobre las cuestiones teóricas y/o históricas implicadas.

Entre las organizaciones internacionales, la UNCTAD ofrece una línea crítica de interpretación del fenómeno, que recoge tesis de gran aceptación. En lo fundamental:

 

·       La crisis que estalló en 2007 y se profundizó el año siguiente es el resultado de la ausencia de regulaciones que controlen el movimiento de los mercados a nivel nacional e internacional.

·       La plena libertad concedida a los mercados financieros y el desarrollo de las técnicas especulativas dio lugar a instrumentos financieros completamente desligados del sector productivo. Los mercados de futuro, aparecen como un ejemplo sobresaliente de esta situación. El uso de los fondos en busca de ganancias no generó aumentos en el ingreso real.

·       La “incoherencia sistémica” entre los “sistemas” de comercio internacional y los de tipo financiero y monetario se tradujo en desequilibrios comerciales, endeudamiento y una desvinculación de las tasas de cambio y los diferenciales de inflación.

·       Superar la crisis requiere una reforma que permita la regulación del sistema financiero y la reorientación del crédito hacia la inversión productiva. Los mecanismos e instrumentos financieros carentes de funcionalidad social deben ser eliminados. Para llevar a cabo estos propósitos es necesaria la acción concertada de los gobiernos, con vistas a una regulación global, en particular, si se trata de controlar los mercados de futuro, evitar la especulación con divisas y el manejo de las tasas de cambio. (UCTAD, 2009)

 

Esta aproximación es un discurso contra la globalización basada en el fundamentalismo del laissez-faire. Sin decirlo, declara el deceso de la globalización neoliberal. Se fundamenta en la observación de procesos reales y sugiere medidas que son indispensables. Su enfoque, sin embargo, es limitado; se concentra en una esfera particular de la vida económica y reduce a ella los desafíos por delante. Desde que no pone mayor atención en los procesos de la producción, no puede dar con la verdadera naturaleza de la crisis ni de las tareas para superarla, si esto último fuera posible.

Intentaremos demostrar aquí que la crisis es integral, en cuanto compromete a las diferentes esferas de la economía, pero particularmente a la producción.

Más aun, argumentaremos que la crisis financiera es una manifestación de procesos que tienen lugar en la “economía real”. Sin embargo, al mismo tiempo, queremos poner en evidencia, que también este enfoque resulta insuficiente si se trata de dar cuenta de esta crisis particular.

En la actualidad, el capital no sólo se encuentra en contradicción consigo mismo, sino también está en medio de un grave conflicto con la naturaleza. El significado de la crisis y la magnitud de los problemas involucrados podrían ser, de este modo, mejor percibidos.

Iniciaremos con una breve presentación de los postulados teóricos principales del enfoque que hemos adoptado. Enseguida describiremos los datos más sobresalientes de la “economía real” y de los movimientos en la esfera financiera. El tercer apartado está dedicado a algunas reflexiones sobre la situación del medio ambiente y sobre la crisis energética, para, finalmente, esbozar las conclusiones más importantes.

 

1.- Los eternos conflictos

 

Las crisis se producen debido a que la tasa de ganancia cae y desalienta la inversión. Un postulado fundamental del marxismo es que esta caída es tendencial y ocurre, con recuperaciones periódicas, durante el largo plazo del capitalismo, debido a un incremento en la composición del capital.

Como tal, esta tendencia da cuenta de la historicidad del modo capitalista, pero no explica las grandes crisis periódicas y, sobre todo, las recuperaciones consiguientes. La caída como tendencia del desarrollo capitalista debe ser diferenciada de la caída periódica concreta dentro del sistema.

Según lo vemos, la explicación de esta última contiene los siguientes momentos teóricos.

a) La tasa de ganancia cae porque cae el plusvalor, o bien porque éste no aumenta de manera suficiente para contener esta caída.

b) Ello ocurre porque la posición económica del trabajo respecto del capital ha mejorado, esto es, por alguna razón, la capacidad del capital para extraer plusvalor se ha debilitado.

c) La elevación del grado de explotación y del nivel de la tasa de ganancia, requieren como condición previa, la modificación de la correlación de clases que produjo el estancamiento.

d) Esta redefinición de la relación de clases es el resultado de procesos que toman lugar en tres áreas distintas, pero complementarias, del proceso social: i) por un lado, tenemos la acción espontánea de la crisis, al crear desempleo, agudizar la competencia entre trabajadores y reducir los niveles salariales; ii) por otro, la acción del Estado tendiente a sostener y aun a profundizar esa situación de debilidad del trabajo, al menos mientras la tasa de ganancia se recupera, y iii) desde que el trabajo se fortaleció en el marco de una determinada relación técnica de la producción, la consolidación de unos nuevos niveles de productividad y de intensidad del trabajo, esto es, de unos nuevos y más elevados niveles de explotación, será necesario dar a luz un nuevo modo técnico de producir, mediante la acción combinada del Estado y los empresarios para producir progreso tecnológico.

Lo que sigue a la crisis es, pues, una nueva ola de innovaciones tecnológicas, un  rediseño de la producción industrial, junto con la desvalorización de capitales inadecuados, o la prolongación de su utilidad en otros lugares.

 

La Gran Depresión de los años treinta en los Estados Unidos dio cuenta de la operación de todos los procesos indicados:

a) Un drástico proceso de deterioro de las posiciones del trabajo, con niveles de desempleo que se elevaron a los cielos, generando hambre, pobreza y desánimo popular, en suma, un envilecimiento general de las condiciones de vida del pueblo;

b) Una destrucción masiva de capitales que se profundizó con la guerra;

c) Una renovación técnica que extendió la explotación de recursos fundamentales ya existentes como el petróleo, la electricidad y el acero, junto con una mejor organización de la ciencia con aplicación productiva, la cual, en buena medida, tomó ventajas de sus propios avances en las tecnologías militares;

d) Se desarrollaron nuevas formas de la organización del trabajo, en particular el fordismo;

e) El envío de industrias en obsolescencia hacia los países subdesarrollados;

f) la continuación de la represión al movimiento obrero tras la guerra, junto con concesiones que luego consagrarían un nuevo pacto social, a partir del cual iniciaría el trabajo su propia recuperación.

 

La crisis que estalló a fines de los sesenta del siglo pasado, y que tuvo manifestaciones drásticas ya iniciados los años setenta, da cuenta de reacciones similares. Tras el desempleo y la caída de los salarios, se introdujo la flexibilización laboral y el modo técnico del capitalismo fue objeto de modificaciones, con la revolución en la microelectrónica, la informática, la automatización, las redes  de computación, aunque estas transformaciones tendieron a concentrarse en la industria de las tecnologías de la información (T.I.) y de los servicios.

La ciencia produjo nuevos avances también en otros campos, especialmente en la biogenética y la bioquímica. La organización laboral también adoptó formas más adecuadas a la nueva realidad técnica.

Las crisis periódicas son, siguiendo a Marx, convulsiones transitorias del sistema que permiten una reactivación en un punto más elevado de la composición del capital, donde el grado de explotación y el desempleo son más altos y la tasa de ganancia se recupera sin alcanzar los niveles del ciclo anterior.

La crisis actual presenta una etiología más compleja y enfrenta al capital a desafíos de mayor envergadura. Aquí nos concentraremos en el caso de Estados Unidos, que es el centro de las convulsiones globales.

El crecimiento económico bajo el neoliberalismo fue concebido como el resultado combinado de tres factores operando simultáneamente: a) la flexibilización laboral; b) el librecambio y c) la financiación. Este último proceso, en particular, daría cuenta del predominio del capital financiero en sentido restringido (bancos, bolsas, seguros), reflejándose en un incremento de la participación de los intereses en el total de las ganancias y una transferencia de ingresos de la “economía real” hacia el sector financiero. El método principal de la financiación es el endeudamiento (Palley, 2007).

El crecimiento económico, con una tendencia a la caída en el largo plazo (Palley, 2007), fue errático. El PIB creció entre 1987 y 1989 a tasas superiores al 3.4%, cayó en 1990 y 1991, se recupera entre 1992 y 1994 (3.3% y 4.0% respectivamente), cae en 1995 (2.5%) y entre 1996 y 2000 se mantiene a una tasa ligeramente por sobre el 4%, aunque entre 1999 y 2000 cae del 4.5% al 3.7%, lo cual informaría de una situación de crisis en proceso.

La flexibilización laboral (que incluye el debilitamiento de los sindicatos, la reducción de los apoyos a los ingresos laborales en la forma de beneficios de desempleo y otros, y, en general, el desmantelamiento de derechos laborales) fue concebida como un mecanismo orientado a estabilizar la situación de debilidad del trabajo y el rol dominante  del capital.

Debía permitir transferir continuamente recursos, con vistas a sostener las ganancias, a través de desvincular los ingresos del trabajo de los aumentos de productividad. El salario relativo (respecto del plusvalor) debía caer.

Visto desde el largo plazo, este mecanismo funcionó perfectamente. La distribución del ingreso se deterioró consistentemente a partir de 1980. En ese año el quintil más bajo recibía el 5.3% del ingreso, y el quintil más alto, el 41.1%. En 2007, el primero participaba con el 4,0%, y el segundo, con el 48.5%. El 5% más rico elevó su participación del 14.6% al 21.8% en ese periodo. (US Census Bureau. 2008)

Sin embargo, esta tendencia es contenida por periodos. Entre 1994 y 2000, la participación del quintil más bajo ligeramente mejora, al pasar del 4.1% al 4.3%.

Una tendencia similar se registra para la participación de los salarios en el ingreso. Según cálculos de Buchele y Christiansen (2007) la cuota del trabajo en el ingreso que era del 71% a principios de la década de 1970 cayó en 10 puntos porcentuales hacia 2005.

Estas cifras se logran substrayendo los ingresos del 0.5% de los salarios más altos en el entendido que se trata de ingresos que reciben los ejecutivos que actúan representando a los propietarios. El supuesto de que se trata del ingreso de representantes del capital es sensato; el supuesto de que ellos reciben el 0.5% de los ingresos, tal vez no lo sea. Cualquiera el caso, según los autores, este sector incrementó su participación del 3% al 9% en ese periodo

En 1997, el costo de la unidad de trabajo en el valor agregado real bruto del sector no financiero comenzó a elevarse de manera sostenida hasta el año 2001, mientras que la unidad de ganancia caía de la misma manera en ese periodo. (BEAb, 2009)  La relación entre productividad y salarios se modificó.

Tal como puede leerse en una investigación de la Comisión para la Cooperación Laboral (CCL) creada por los tres miembros del TLCAN: “Por su parte las remuneraciones reales tuvieron una recuperación; aumentaron a un ritmo ligeramente superior al de la productividad”, (CCL, 2003:156) a pesar de que la productividad mantuvo su crecimiento después de 1996.

En otras palabras, se desactivó el mecanismo por el cual el capital no financiero estadounidense estaba obteniendo ganancias y estímulos para el crecimiento. Independientemente de su debilidad subjetiva en términos de organización, el trabajo logró ganar posiciones gracias a los cambios en su situación objetiva.

En efecto, a partir de 1994 la tasa de desempleo empezó a caer de manera consistente. En enero de ese año fue de 6.6% y en el mismo mes de 2000 se redujo a 4%, y en los últimos 4 meses de este año se mantuvo en 3.9% lo que regresaba a la economía prácticamente a una situación de pleno empleo. (Bureau of Labor Statistics-BLS, 2009)

Esta situación no ofrece muchos créditos a los cambios en la productividad del trabajo, puesto que el crecimiento logrado en esos años no fue capaz de contener el crecimiento del empleo. Y, de hecho, la evolución de la productividad laboral, según datos de la OCDE, no es tan deslumbrante.

Después de 1995, año para el cual se reporta un crecimiento = 0, evolucionó de la siguiente manera: 1996: 2.5%; 1997: 1.5; 1998: 2.0%; 1999: 2.5%; 2000: 2.3%. El sector económico que contribuyó de manera dominante al crecimiento de la productividad en este periodo, fue el de las tecnologías de la información tanto por el crecimiento que aportaba directamente, en particular en el campo de las computadoras, como por su impacto en la organización de los negocios en el resto de los sectores.

Para apreciar su contribución como sector, bastaría llamar la atención sobre el hecho de que mientras el producto de una hora de trabajo en toda la manufactura creció 45% de 1990 a 2000, en computadoras y productos electrónicos, creció 426%.(Houseman, 2006). La misma autora destaca que entre los factores que incidieron en el crecimiento del sector es necesario incluir los ahorros logrados en fuerza de trabajo tanto por medio del outsourcing como del offshoring

La inversión en T.I. creció poderosamente, muy por sobre el promedio del total de la inversión privada fija, y los precios de la industria cayeron, estimulando su difusión. Los cálculos sobre el impacto de la industria de la tecnología de la información difieren, pero el consenso al respecto es predominante.

Las formas en que las tecnologías de la información pueden impactar sobre la productividad son muchas y variadas e incluyen desde el diseño de productos hasta su comercialización (Stiroh, 2002)

También se destaca el rol de la innovación en la organización laboral sobre el incremento de la productividad. (Lynch, 2007) Sin embargo, en el resto de las industrias, estas tecnologías no modifican por sí mismas la relación directa entre el trabajador y sus medios de producción, es decir no dan cuenta de un verdadero avance de las fuerzas productivas en ese plano.

Por otro lado, las industrias que se benefician por la introducción de esas tecnologías son las que operan con los procesos más modernos. La enorme diferencia entre el crecimiento de las T.I. y el crecimiento del resto de la industria son compatibles con estos dos fenómenos. Pero no explican la estrategia de desarrollo industrial estadounidense.

El impulso al desarrollo del conocimiento y a sus aplicaciones productivas es crucial para el desarrollo económico en general y de la productividad, en particular. El gobierno de R. Reagan introdujo un cambio radical en este terreno. El gasto en investigación y desarrollo (I.D.) para el desarrollo industrial se redujo del 1.5% del gasto total en 1976 al 0.4% en 1982, es decir cayó prácticamente a ¼ de su participación en 1976.

También la investigación en energía, del 9.6% al 6.7% en el gasto total. Lo mismo pasó con la investigación en medio ambiente. El gasto en defensa, en cambio, creció del 49.6% al 64.3% del gasto total en el mismo periodo. El país retrocedió en su gestión estatal del desarrollo, el crecimiento de la productividad perdió fuerza, la economía debilitó su competitividad y su posición en el mercado mundial se deterioró (Figueroa 1992, 1993).

Esta situación se mantuvo, con pocas modificaciones relevantes, durante las últimas dos décadas del siglo pasado. La investigación en tecnología industrial absorbió el 0.2% del gasto total en I.D. en 1990, subió al 0.3% entre 1991 y 1994 y alcanzó alrededor del 0.6% entre 1995 y 2000, todavía apenas sobre 1/3 de su participación en 1976.

El gasto en I.D. en energía continuó cayendo y pasó del 4.5% en 1991 al 1.5% en el 2000.  A pesar del que la inversión para investigación en defensa cayó paulatinamente al 53.2% en 2000, se mantuvo por sobre los niveles de 1976. La investigación en salud fue la principal beneficiaria de esta redistribución del gasto en I.D; absorbió el 20.9% del total en 2000.

Bajo la conducción neoliberal, el país retrocedió en sus esfuerzos por impulsar el desarrollo industrial. Pero no renunciaba al crecimiento económico. Para impulsarlo, aparte de la financiación y la flexibilización laboral, optó por “globalizar” sus fuentes de provisión de medios para la industria. Adoptó el librecambio como la consigna principal en sus relaciones con el resto de los países.

Ya en 1979, la Buy American Act, aprobada en 1933 para impulsar el consumo de bienes producidos internamente, fue reemplazada por la Trade Agreements Act que amplía decisivamente el campo de productos que pueden adquirirse en el exterior.

Con vistas a beneficiar a la industria estadounidense, el gobierno puso especial atención a la tarea de derribar las barreras a la inversión extrajera en el resto de los países, especialmente los subdesarrollados y los “emergentes”. Ello debía permitir, como permitió, beneficiarse de la explotación de fuerza de trabajo barata en el exterior, tanto a través del offshoring como de la importación en general.

Fue también de esa manera posible reducir costos y precios, incrementar la producción y mostrar un trabajo más productivo. En particular esta estrategia benefició a las tecnologías T.I. y estuvo acompañada de la internacionalización de la propia investigación y desarrollo, la cual, si bien tendería a enlentecer los procesos de innovación, de todas maneras debía traer consigo una reducción en los costos, a través del recurso a una fuerza de trabajo cuyos precios podían compensar con creces las pérdidas por sus menores competencias. (Houseman, 2006) En suma, la globalización extendía hacia el exterior el proyecto de obtener ganancias descansando en una fuerza laboral barata.

El déficit comercial continuó creciendo. De 1990 a 2000 pasó de 80.864 a 379.835 millones de dólares, es decir, 4.7 veces. El excedente en el comercio de servicios que era de 30.173 millones de dólares en el primer año, alcanzó su punto más alto en 1997 cuando empezó a caer para alcanzar 74.855 millones en 2000, y apenas amortiguar el efecto del déficit de bienes que alcanzó 454.690 el mismo año (BEAc, 2009)

El sobre-consumo estadounidense, o sea, la diferencia entre el consumo y la producción al interior de la economía, fue cubierto mediante el financiamiento externo e interno. La ventaja de un Estado que puede endeudarse en su propia moneda, la cual se desprende de su señorío monetario, aportó decisivamente al financiamiento del desenvolvimiento económico.

Tanto gobiernos como particulares extranjeros tuvieron acceso a una gran variedad de bienes, tanto privados como públicos que incluían valores, bonos, títulos del Tesoro, bienes inmobiliarios y empresas estadounidenses, todos denominados en dólares. Por este medio esos recursos aumentaban sus precios, reforzando su papel de fuente de ingreso, mientras permitían sostener bajas tasas de interés.

Desde Japón y China provino la mayor parte de los recursos. Estos intercambios eran promovidos por intereses comunes. Por ejemplo, China se veía estimulada a localizar su excedente comercial en Estados Unidos  en la perspectiva de proteger su propia moneda. Además, los países necesitan depositar sus fondos en el país emisor de reservas, puesto que requieren de éstas para sus acuerdos comerciales.

Desde el punto de vista de la balanza de pagos, Estados Unidos podía descansar en esta estrategia por su ventajosa posición de inversión internacional. Pero como el déficit comercial continuó creciendo y también la necesidad de inversión extranjera, esa situación debía cambiar. Jackson (2008) calcula que la posición de inversión internacional neta del país alcanzó en 2006 un déficit de 2.8 trillion dollars (Jackson, 2008)) En otras palabras, la estrategia productiva también termino desbaratando esa ventaja.

Volviendo a la relación doméstica entre capital y trabajo, los cambios registrados más arriba era probable que se tradujeran en una caída de la tasa de ganancia. Dumenil y Lévy (2005) detectaron que esta evolución tomó lugar a partir de 1997-1998, en las corporaciones no financieras. (Dumenil and Lévy, 2005)  Datos del BEA indican que la masa de ganancia de las corporaciones no financieras cayó de 544.1 billion dollars a 487.5 billones entre 1998 y 2000.

En general, si cae la masa de ganancia, caerá su tasa, a menos que la posición del trabajo se deteriore drásticamente, cosa que no ocurrió en la segunda mitad de los años noventa.

La crisis estaba en proceso. La inversión doméstica bruta privada se redujo su crecimiento del 12.4% en 1997 al 5.7% en 2000, hasta desplomarse en -7.1% en 2001, para volver a retroceder en -2.6% en 2002. La inversión extranjera directa tuvo una caída estrepitosa en 2001.

Como era de esperar, el PIB apenas avanzó 0.8% en 2001 y en 1.6% en 2002. El desempleo volvió a crecer, alcanzando 5.7% en 2001. Los desembolsos salariales también cayeron, especialmente en la industria privada productora de bienes. El trabajo perdía claramente muchas de las posiciones conquistadas en la segunda parte de la última década del siglo pasado.

Una salida duradera a la crisis demandaba una modificación profunda del modo técnico de producir, que permitiera unos aumentos autogenerados en la productividad y en la intensidad del trabajo, que consolidara nuevos niveles de desempleo y que mejorara la posición de la economía en el mercado mundial.

Sin embargo, la conducción económica y política del país optó por profundizar la estrategia que venía poniendo en marcha, ahora con mayor énfasis en el endeudamiento de las familias y de las empresas, a fin de hacer crecer el mercado interno.

En el plano de las opciones disponibles, el país, que había relajado sus esfuerzos por impulsar el desarrollo de las fuerzas productivas, no estaba preparado para otra cosa en lo inmediato.

Los resultados han sido ampliamente discutidos. La productividad del trabajo creció alrededor de 2.8% anual entre 2002 y 2004 y a partir de entonces la tasa de crecimiento cayó a 1.4% en 2005 y 0.9 en 2006 recuperándose levemente en 2007 (1.3%). (OECD, 2009))  El desempleo cayó al 4.5% en 2006.

Los trabajadores mejoraron su posición en el ingreso. Sus remuneraciones crecieron por sobre el crecimiento de las ganancias corporativas. Su participación en el ingreso nacional pasó del 63.9% al 64.4% entre 2006 y 2007, y aunque todavía no alcanzaba el nivel de 2001 (66.2%), tendía a mejorar.

El déficit comercial continuó creciendo hasta duplicarse entre 2000 y 2006. Los precios del petróleo se fueron a las nubes, en parte, estimulados por la especulación, mientras que los precios de las exportaciones chinas aumentaban entre 2006 y 2007, como resultado de los cambios en sus propios salarios y la revaluación del yuan.

La inversión fija privada doméstica, que apenas había crecido 1.9 en 2006, se derrumbó -3.1% en 2007. (BEAa, 2009) Una nueva oleada de estancamiento económico, desempleo, caída de los salarios reeditó los males de 2001-2002 en un nivel más profundo.

El endeudamiento de los hogares y de las empresas buscaba estimular el consumo con cargo a la creación futura de valor y de ese modo impactar sobre la producción presente.

En parte, el mecanismo fue exitoso, como puede apreciarse en el boom inmobiliario. Pero generó precios y capitales ficticios que se desenvolvían sin contacto con la producción real. Este mundo artificial estalló en pedazos, a partir de la ruptura de su eslabón más débil: los créditos precarios (subprime), y puso en evidencia el enorme costo de una especulación que también afectaba los precios de materias y alimentos, elevando costos productivos e inhibiendo la producción.

 

La crisis que estalló en 2000-2001 había sido cubierta con un velo de explosión monetaria, elevando a esta última a la condición de estímulo suficiente para sortear la tormenta e impulsar el crecimiento de manera sostenida.

Esa crisis fue en los hechos tratada como la explosión de la burbuja dot-com, que, a su vez, fue interpretada como el resultado del aumento en las tasas de interés, y no como el efecto de una caída en la demanda creada por una  inversión decreciente en los sectores que no eran objeto de la especulación.

La “economía real” ya no podía seguir sosteniendo la expansión de la “nueva economía”. Sin embargo, desde el punto de vista dominante, para superar el estancamiento, no se requería mucho más que bajar las tasas de interés (la reducción fue sistemática desde enero de 2001 hasta llegar a 1% en junio de 2003), recuperar el financiamiento externo, y permitir la operación de cuanto mecanismo financiero permitiera lanzar dinero al mercado. Ninguno de los problemas estructurales fue atacado, y éstos no tardaron en salir a la luz.

En la actualidad (mediados de 2009), los dos primeros mecanismos mencionados (bajas tasas de interés y financiamiento externo) están aún en uso en Estados Unidos; el tercero busca corregirse. Se está aumentando el gasto en investigación y desarrollo, pero no se vislumbra todavía una nueva oleada de cambio tecnológico.

El capitalismo estadounidense, por tanto, más allá de una eventual recuperación transitoria, continúa en un estado muy vulnerable de salud. Por lo demás, los desafíos por delante no se limitan a la tarea, por compleja que sea, de enfrentar una gran crisis periódica del capital tal como la hemos presentado hasta ahora.

 

2. Capital y naturaleza

 

El cambio climático es ya generalmente reconocido como un fenómeno fuera de discusión. Los trabajos del Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Climático (IPCC, según sus siglas en inglés) han acumulado evidencia suficiente al respecto.

Entre sus conclusiones, destacan:

1) el aumento de las temperaturas, llamando la atención sobre el hecho de que de los doce años que comprenden el periodo entre 1995 y 2006, 11 figuran entre los más cálidos desde 1850;

2) la elevación del nivel del mar, la cual se ha agravado entre 1993 y 2003;

3) la reducción de las extensiones de nieve y de hielo;

4) el incremento de las precipitaciones en vastas zonas del planeta y probablemente (sobre 66% de probabilidades) de las extensiones afectadas por las sequías en todo el planeta;

5) la mayor actividad ciclónica tropical en el Atlántico Norte desde aproximadamente 1970.

 

El informe afirma que las concentraciones atmosféricas de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) y óxido nitroso, que son gases de efecto invernadero han aumentado por efecto de las actividades humanas. La emisiones de CO2, el más importante, aumentaron 80% entre 1970 y 2004. (IPCC, 2007)

 

Una enorme masa de investigaciones y reportajes sobre lluvias torrenciales que han paralizado por horas a ciudades completas o que provocan enormes masas de damnificados, infecciones y muertes; olas polares que matan decenas de miles de animales, incendios forestales que destruyen miles de hectáreas; la expansión de zonas pobres en oxigeno; el desplazamiento de especies de sus entornos naturales, etcétera, han contribuido a formar una conciencia generalizada sobre esta realidad.

En su reunión anual de enero de 2007, el Foro Económico Mundial, que incluye una gran parte de los cuadros académicos y políticos del capital a escala mundial, determinó que el cambio climático es el tema con mayor impacto global para los años venideros y reconoció que se trataba de un asunto respecto del cual el mundo estaba menos preparado. La preocupación de este grupo, aunque llega con mucho atraso, está sólidamente fundada.

Las investigaciones sobre los efectos económicos globales del cambio climático probablemente están en la base de este tipo de reacciones. En particular, el llamado Informe Stern, elaborado por Sir Nicholas Stern, jefe de Servicios Económicos del Gobierno, por encargo (en julio de 2005) del Canciller británico, y publicado el 30 de octubre de 2006, debía encender focos de alarma que ya no podían ser ignorados. Los puntos más destacados de este reporte son los siguientes:

 

·       Es necesario actuar de manera urgente para combatir los efectos del cambio climático. Ya no es posible detener el cambio climático que se producirá en las dos o tres décadas que siguen, pero se puede reducir su impacto. Estabilizar la situación en cualquier nivel requiere que las emisiones anuales se reduzcan en más del 80% de su nivel actual.

·       De no hacerse, se puede perder como mínimo el 5% del PIB anual global. Las pérdidas pueden llegar al 20%, o más.

·       Se requiere, desde ya, destinar el 1% del PIB global anual. Estos recursos pueden ser insuficientes si la innovación orientada a producir tecnologías bajas en carbono es más lenta de lo esperado. La inversión en IyD en energía debe duplicarse y el apoyo a la difusión de tecnologías bajas en carbono, multiplicarse por 5.

·       Una convicción principal del informe es que el costo de la inacción será muy superior. Además, espera que la creación de tecnologías, mercancías y servicios bajos en carbono abrirán nuevas fuentes productivas ventajosas para los negocios. El desarrollo económico se puede lograr sin eludir el cambio climático.

·       La reducción de las emisiones exige una mejora de la eficiencia energética, la introducción de cambios en la demanda y la introducción de tecnologías limpias en los sectores de la energía, la calefacción y el transporte. Aun así, es posible que los combustibles fósiles sigan representando más del 50% del suministro mundial de energía todavía en 2050. El carbón seguirá representando una parte importante de la mezcla energética, por lo que es necesario promover la captura y el almacenamiento del carbono. Igualmente es necesario reducir las emisiones que resultan de la  en deforestación y de los procesos agrícolas e industriales.

·       La acción del Estado es imprescindible en un gran variedad de tareas para enfrentar el cambio climático, destacando el Informe la regulación del precio del carbono, el estímulo a la innovación tecnológica, la promoción de la eficiencia energética y la concertación internacional que se considera una condición necesaria para enfrentar los desafíos por delante.

 

De acuerdo con el Informe: “El cambio climático es el mayor fracaso del mercado jamás visto en el mundo…” Esta sentencia puede leerse como un grito de desesperado por poner a la razón al mando de la conducción económica del mundo, pero el Informe no se posiciona contra la lógica capitalista que, determinada por el afán de ganancia, empujó a una relación irracional con la naturaleza. En lo inmediato, el Informe sí condena el liberalismo a ultranza que ha dominado los asuntos del mundo en las últimas décadas.

Es difícil imaginarse alguna cosa que será posible producir sin un incremento en sus costos mientras se avanza a la estabilización del sistema climático. Bastaría pensar en los aumentos de los precios del agua o de la electricidad, sin necesidad de pensar en los precios agrícolas, del suelo, de las residencias, de los seguros, etc. para tomar nota de la magnitud de los efectos previsibles. Desde el punto de vista de la economía capitalista, tanto el capital constante como el variable incrementarán su valor.

La toma de conciencia generalizada respecto del cambio climático y de la urgencia de enfrentarlo ha sido estimulada por la observación del desenvolvimiento del petróleo, un recurso natural que no puede reproducirse en los términos requeridos por el crecimiento económico.

Se trata del recurso natural que mayor impacto ha tenido en el crecimiento y el desarrollo económico durante el siglo XX y lo que va del actual. La convicción es que la mayor parte de los yacimientos “fáciles” en el mundo han alcanzado su cenit (pico o meseta, según los casos)  y que la producción en adelante deberá concentrarse en los yacimientos de explotación más difícil y que, por lo mismo, demandará inversiones y costos más elevados.

Los precios del petróleo están determinados por la demanda, lo cual explica sus oscilaciones. El bajo crecimiento de los meses recientes ha favorecido precios relativamente bajos, pero ello, por un lado, ha llevado a la postergación de inversiones en yacimientos de explotación más difícil y, por otro, ha dañado de manera adicional el desenvolvimiento económico de los países exportadores.

No parece razonable descartar nuevos descubrimientos de petróleo convencional, como ya ocurrió en Alaska (lo que de todos modos no permitió a Estados Unidos alcanzar su pico de 1970) y en Rusia (que sí superó su pico), pero no ha habido mayores noticias al respecto. También parece posible recuperar hidrocarburos dejados en las extracciones primarias y secundarias, pero los costes seguramente serán mayores.

El petróleo convencional, por su impacto en la producción y sus bajos costos, las facilidades para almacenarlo y transportarlo, vino a significar algo así como un bono energético que hizo posible toda una época de expansión capitalista, más allá de sus inevitables contracciones periódicas. La evidencia del cenit de este recurso natural está anunciando el fin de esa época.

La búsqueda de alternativas energéticas ha dado lugar a nuevas contradicciones. Es el caso de la agricultura. La producción de bioenergéticos se ha logrado en parte gracias al desplazamiento de la producción de alimentos, de por sí afectada por el cambio climático hacia bioenergéticos.

La llamada crisis alimentaria no es el resultado de la dinámica propia de la agricultura, sino de influencias, hasta cierto punto externas a la misma.  “Hasta cierto punto”, porque el crecimiento agrícola ha sido posible gracias al concurso del petróleo, a través de los pesticidas y agro-químicos, los sistemas de refrigeración, la movilización de tractores y tráileres, además del recurso a los fertilizantes que provienen del gas natural, así como la electricidad, que además de producirse gracias al gas natural, también procede del carbón.

Es decir, el sistema agrícola también es un emisor de gases de efecto invernadero, y, en la medida en que contribuye al cambio climático, en esa medida también da lugar a las causas que la afectan.

Pero no parece razonable pensar que la actual crisis alimentaria hubiera alcanzado sus manifestaciones actuales sin la intervención de la producción de bioenergéticos. Así, es también un  efecto de la respuesta capitalista al problema energético. Cabe señalar además que esta última no reduce las emisiones agrícolas y hasta se discute sobre si efectivamente trae consigo ahorros energéticos.

 

Para concluir

 

1.- El mundo está convocado a una nueva ola de cambios tecnológicos. Desde un punto de vista del interés capitalista, esta nueva ola debiera producir tanto una nueva relación de la producción con el trabajo como con la naturaleza. En el pasado, la superación de las crisis tuvo lugar, indefectiblemente, mediante un salto en la explotación del trabajo y también de la naturaleza. Los nuevos y más poderosos medios de producción afectaban a ambos. Ahora es urgente proteger la naturaleza. Esta es la magnitud del desafío por delante.

 

2.- El descubrimiento de una nueva fuente energética, limpia, ampliamente disponible y barata sería un gran paso adelante en ese sentido. Tal condición no existe, al menos por ahora. Es generalmente reconocido que no sólo no existen alternativas, sino tampoco alguna combinación de alternativas, que se aproxime a la densidad energética del petróleo.

Tampoco el petróleo ofrece promesas viables, no sólo por sus emisiones de dióxido de carbono, sino también porque se está agotando como recurso barato. Sin embargo, rediseñar la industria es por sí mismo costoso, y los estímulos para el cambio se reducen aun más si han de tener lugar en el marco de una expectativa de ganancias a la baja.

Por lo demás, ya hemos sugerido que el capitalismo estadounidense poco o nada se esforzó por preparar una innovación masiva en el campo de la industria y de la energía, como puede apreciarse en el bajo estímulo a la investigación en estas áreas.  Más bien, dejó sujeto a su superioridad bélica el control de las fuentes de energía.

 

3.- Cabe esperar, por tanto, que se continuará echando mano a los recursos existentes. Esta ruta puede ser reforzada con el descubrimiento de métodos que hagan posible un enfriamiento del planeta y permitan extender la captura y almacenamiento de las emisiones.

En este contexto, el aumento de los costos en capital constante deberá compensarse con un abaratamiento proporcional de la fuerza de trabajo y una extensión de la pobreza. En lo inmediato, el gobierno estadounidense se ha concentrado en el rescate y ordenamiento financieros, mientras una vez más deja la reactivación económica en manos de la financiación de la economía.

Se puede, entonces, esperar una leve mejora económica, seguida por una nueva y más profunda recesión. El inútil empeño de conciliar la ganancia con la naturaleza, los intereses del capital con los intereses del planeta, se irá probando cada vez más difícil de llevar a cabo con éxito.

 

4.- La competencia por los recursos existentes se agravará.  La tendencia al enfrentamiento bélico entre potencias puede ser controlada, al menos parcialmente, mediante la introducción de un multilateralismo que coordine a los grandes poderes en la conducción de los asuntos globales

Ello demandará ciertas concesiones de parte de Estados Unidos, que parece en la actualidad estar preparándose para ello en cuanto a una redefinición de las zonas de influencia y control de parte de las viejas y nuevas potencias.

Seguramente, las resistencias de ese país serán mayores en relación con las demandas actuales para crear un nuevo orden monetario internacional, en particular si de lo que se trata es actualizar la iniciativa de Keynes de crear una moneda especial de reserva. Estados Unidos no estará dispuesto a renunciar a las ventajas que le ofrece su actual posición privilegiada.

Pero al mismo tiempo, aunque el actual orden monetario es visto como una de las causas principales del actual estado de cosas, potencias como China, interesadas en la reforma, no logran todavía encontrar una fórmula que no termine lesionándolos a ellos mismos. Esto fortalece las resistencias estadounidenses.

 

5.- En cuanto a la renegociación de las zonas de influencia en el mundo, para América Latina no se vislumbran cambios. A las medidas de control a través de los tratados de libre comercio, se agrega ahora el uso de seis bases militares colombianas por Estados Unidos,  la reactivación de la Cuarta Flota y los planes para establecer una base de operaciones de la Fuerza Aérea.

El surgimiento de gobiernos populares y su posible extensión a otros países, debe anotarse como la principal causa de estas medidas para fortalecer las posiciones estadounidenses en América Latina.

 

6.- El Estado está llamado a jugar un papel clave en el proceso de reordenamiento global. El desprestigio del mercado, que afecta de manera especial al capital financiero en sentido restringido (bancos, bolsas, seguros) contribuye a legitimar este nuevo rol del Estado.

Pero, desde que no basta una redefinición puramente keynesiana del papel de Estado, cabe esperar que se acentúe el autoritarismo, en especial en cuanto a lograr niveles de gobernabilidad en un contexto de descontento social y criminalidad alimentados por un incremento de la pobreza y del desempleo.

 

 

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Instituto Rodrigo Ambrosio

Cartilla de Educación Política Nº 5

Serie estudios de los problemas internacionales

Noviembre – 2009.

 

 

 

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